31 janeiro, 2008

A bela e o chato.





«...brinca com o cabelo pensativa: quando é que isto acaba? E aquele chato nunca mais pára com o desenho...».
Acção de formação (mais uma).
Caneta sobre A5.

30 janeiro, 2008

Rua Augusta, Lisboa


Caneta e lápis de cor sobre A5.

29 janeiro, 2008

Largo do Chiado, 2


Caneta e aguarela sobre A5.

28 janeiro, 2008

Largo do Chiado


Caneta e lápis de cor sobre A5.

27 janeiro, 2008

Terreiro do Paço





Ontem.
Caneta e lápis de cor sobre A5.

25 janeiro, 2008

mnaa









Ida ao museu para ver algumas peças do Renascimento português. Sobre os painéis ouvi «a pintura (renascentista) portuguesa começou aqui e acabou aqui». De facto...
Bom fim de semana.

24 janeiro, 2008

8



Vejam aqui 8 regras simples e eficazes para desenhar sem complexos.
Precioso.
Caneta, marcador e aguarela sobre A5.

23 janeiro, 2008

Men at work



Os meus alunos hoje com a farda de trabalho.
Caneta e lápis de cor sobre A5.

22 janeiro, 2008

O tempo passa



O tempo passa
A vida passa
Eu passo
Com o passo no compasso
Com o passo em descompasso

Passam os dias
Em passo lento
Em passo apressado

E eu passo
E a vida passa
E o tempo passa

E tudo passa ...

Poema roubado ao blogue Ad Astra. Espero que ela me desculpe.

21 janeiro, 2008

Sol











O Eduardo Salavisa já falou disto, a propósito de um seus desenhos de praças. Outro dia perguntaram-me porque escolhia esta ou aquela técnica ou tipo de registo (mais abstracto ou naturalista). Normalmente a opção depende do que tenho à mão, mas também do meu estado de espírito. Estive na Ericeira este fim-de-semana, cheio de Sol, e acho que a boa disposição se reflecte nestas páginas.
Lápis de cor sobre A6.

17 janeiro, 2008

À espera, 3



À espera, com chuva. Um dia contabilizo as horas que passei ... à espera.
Caneta e aguarela (posterior) sobre A5.

16 janeiro, 2008

Semana Azul



É, decididamente, a semana dos barcos aqui nesta janela.
Caneta e lápis de cor sobre A5.

15 janeiro, 2008

Tu, ó barco

Tu, ó barco
Que esperas por mim
Julgas tu que me levas
Que me levas ao fim?


Ao fim dos mares
Das terras, dos homens
Ao fim das gélidas
Cavernas de ontem


Nem penses nisso,
Ó barco que ri
Aqui tão quentinho
Ao sol do jardim


Hóstia eterna
Jejum produzi
As couves estão podres
No fundo de mim


Ossadas valentes
História corri
Do fumo das banhas
Do mal que comi


Ah,leva-me afinal
Barco pipi
P'ás noites antanhas
P'rá glória divi...
...na

Poema gentilmente cedido por Paulo Castro, do Poetoscópio, sobre o desenho do meu post anterior.
Consultem e adiram à sua proposta.

14 janeiro, 2008

À espera, 2


Caneta e lápis de cor sobre A5.

13 janeiro, 2008

À espera.



Caneta e lápis de cor sobre A5.

10 janeiro, 2008

Sem título


Canetas e aguarela sobre A5.

09 janeiro, 2008

Nocturno, 4



Pouco antes do ocaso.
Caneta e aguarela sobre A5.

08 janeiro, 2008

Sem título



Caneta e aguarela sobre A5.

07 janeiro, 2008

Fraco!







Muito fraco! O tempo encolhe-me os sentidos e a vontade de desenhar.
Só tenho estes desenhos, que registei a partir de umas estatuetas que vi num parque infantil, para mostrar. Ainda são do ano anterior.
São (saudavelmente) loucos, estes escultores.
Caneta e aguarela sobre A6.

04 janeiro, 2008

Nocturno, 3



Este foi antes da chuva.
Caneta e lápis de cor sobre A5.

03 janeiro, 2008

Dakar





Nem gosto de desportos automobilísticos. Acho uma perda de tempo e, principalmente, dinheiro. Mas gostei muito do contraste que os camiões faziam hoje com o CCB.
Caneta e lápis de cor sobre A5.