«...brinca com o cabelo pensativa: quando é que isto acaba? E aquele chato nunca mais pára com o desenho...». Acção de formação (mais uma). Caneta sobre A5.
Ida ao museu para ver algumas peças do Renascimento português. Sobre os painéis ouvi «a pintura (renascentista) portuguesa começou aqui e acabou aqui». De facto... Bom fim de semana.
O Eduardo Salavisa já falou disto, a propósito de um seus desenhos de praças. Outro dia perguntaram-me porque escolhia esta ou aquela técnica ou tipo de registo (mais abstracto ou naturalista). Normalmente a opção depende do que tenho à mão, mas também do meu estado de espírito. Estive na Ericeira este fim-de-semana, cheio de Sol, e acho que a boa disposição se reflecte nestas páginas. Lápis de cor sobre A6.
Muito fraco! O tempo encolhe-me os sentidos e a vontade de desenhar. Só tenho estes desenhos, que registei a partir de umas estatuetas que vi num parque infantil, para mostrar. Ainda são do ano anterior. São (saudavelmente) loucos, estes escultores. Caneta e aguarela sobre A6.
Nem gosto de desportos automobilísticos. Acho uma perda de tempo e, principalmente, dinheiro. Mas gostei muito do contraste que os camiões faziam hoje com o CCB. Caneta e lápis de cor sobre A5.