O passeio não foi bem por Castelo Branco. Circulámos por três aldeias, da mais para a menos habitada, mas penso que isto foi uma coincidência. O convite foi do
Castelo de Artes. Levar os diários gráficos a outra paragens que não sejam os grandes centros urbanos, foi a proposta.
Partida de Santa Apolónia - o espírito de Edward Hooper habita neste desenho da sala de espera da gare.
Desenhos de Martim Branco, Ingarnal e Taberna Seca, a última uma aldeia quase fantasma. Não é o caso do vulto, o bem vivo Pedro Cabral.
Vários desenhos de alguns acompanhantes. Os dois últimos têm um intervalo de minutos: uma sequência que presta homenagem ao nosso condutor e que mostra dois desenhadores que começam a ser afetados por um mal que atinge alguns homens :)
Ponte centenária sobre o rio Ocresa (ou Ocreza), onde este se junta com o rio Ribeira do Tripeiro.
O CCCB, centro cultural de Castelo Branco é um espaço por dentro e por fora muito bem conseguido e que deu polémica quando foi construído, mas que agora é ferreamente defendido pelos albicastrenses. Carlos Alves, mais conhecido como Carlos Zíngaro musicou uma performance bailada por Maria Belo Costa. Curiosamente Zíngaro é também ilustrador e autor de BD.
Desenho de um ícone de todas as aldeias deste país - o café da terra.
Último desenho da série. O Regional da CP, que vem desde Castelo Branco até ao Entroncamento a lamber o Tejo. Uma viagem imperdível.
Obrigado ao Carlos Semedo e ao nosso anfitrião, e grande desenhador, Carlos Matos.