Uma colega minha assegura-me que é fácil reconhecer um grupo de professores quando se entra em qualquer lado: são os que falam mais alto. Outra maneira é pela forma de vestir... alguns.
Agora tenho ido para lá para me abstrair de... outras coisas. A entrada é proibida de modo que estes são os desenhos possiveis. Curiosidade: afinal existem duas petições. Uma a favor e outra contra o alargamento do terminal de contentores. Não há nenhuma só para se poder entrar lá dentro?
PS_ Este desenho foi feito com umas aguarelas em pastilhas e pincel de água, que me ofereceram. Tudo portátil. Agora sinto-me um verdadeiro viajante urbano. Obrigado Jorge.
Acho que toda a gente que vem aqui passa por lá. Quem me dera que o contrário fosse também verdade. De qualquer maneira, e à falta de desenhos neste fim de semana gelado, aqui está o(s)desenho(s) que lá pus outro dia.
Nota. A propõsito de Sua Majestade fui ontem ver o novo 007. É...mais um, embora ache o Daniel Craig o melhor Bond desde que sigo a série. O amigo Miguel Taborda chama a atenção para um link muito bom sobre os filmes do espião e as sua relações com o espaço arquitectural.
É um site com desenhos soberbos, próximos de um desenho do tipo científico mas muito expressivo. Já há algum tempo que sou seguidor assíduo. A sua autora enviou-me um desdobrável feito à mão que serve como apresentação do seu site, embora as ilustrações deste sejam muito mais soltas. Vou pôr-lhe uma moldura. Obrigado Megan, e obrigado internet. As imagens são a frente e o verso.
Hoje voltei ao local do crime do meu último sketchcrawl para anunciar o próximo. Marquem nos vossos calendários: 10 de Janeiro de 2009. Como habitualmente, são todos bem vindos. O sketch crawl é iniciativa deste amigo.
É um blogue que inspirou muito boa gente. A sua autora, Cindy Woods, tem um cancro. Os últimos dois posts contam, ilustram, a sua batalha. E fazem um apelo.
«Nos diários gráficos o medo de falhar não deve existir. Embora isso não seja fácil, pelo menos para mim, na verdade sempre que consigo “desligar” a mente deixando a caneta trabalhar, perco o controlo dos resultados finais. Este aspecto arbitrário dos desenhos que tento praticar nos meus diários é aquilo que me emociona.»
Este trecho é parte daquilo que escrevi para aqui. Eu sei que é feio autocitar, mas o desenho acima precisava de uma explicação.