18 abril, 2008

Trânsito, 1.


Caneta e aguarela sobre A5.

Mais um do trânsito. A verdade é que isto anda fraco. Sem tempo climático para caminhadas, o blogue é que paga.

17 abril, 2008

Volante à direita ...


Caneta sobre A5.
... no retrovisor.

16 abril, 2008

À espera, 4.


Caneta e aguarela sobre A5.

15 abril, 2008

Chapéus.


Caneta e aguarela sobre A5.
Passeio por um jardim. Enquanto está Sol, chapéus ainda há muitos.

14 abril, 2008

Tubarões e multas.


Caneta sobre A5.


Lápis de cor sobre A5.
Ou tubarões de multas...
É uma piada, claro. Boa semana para todos.

12 abril, 2008

Barcos e peixes.


Caneta e lápis de cor sobre A5.


Lápis e aguada sobre A5.

10 abril, 2008

Do Quotidiano + Oceanário


Caneta sobre A5.


Lápis de cor e aguada sobre A5.

Pensei: se começar a pôr dois desenhos, nas respectivas técnicas, vou ter que trabalhar ambas. É para isso que serve o blog. Portanto, para aqueles que me visitam, um pouco mais de paciência.

07 abril, 2008

Oceanário, 2.



A aguarela foi dada em casa.

06 abril, 2008

Oceanário


Caneta e aguarela sobre A5.
Já tinha andado pora desenhar. É definitivamente um dos meus locais preferidos.

04 abril, 2008

Fogo








Caneta e aguarela sobre A5.



Visita à fábrica da Atlantis, produtora de objectos de vidro e cristal. O calor dentro do circuito produtivo era quase insuportável. Os operários trabalhavam como se não fosse nada com eles. Ou nem tanto. Pouco depois de chegarmos, o pessoal parou em greve, que estava marcada para esse dia.
À vinda paragem numa estação de serviço. O fogo, outra vez, a obrigar a manobras mais radicais, como sejam a daqueles senhores a fumarem um cigarro deitados à sombra da carrinha.

02 abril, 2008

«Velhos do Restelo», 2.



O mesmo local, rodando 90º, sentido dos ponteiros do relógio.

«Velhos do Restelo»


Caneta sobre A5.

É um bar onde gastei muitas noites da minha vida. Hoje já não se chama assim. Fui por acaso lá almoçar. Estranhei o cenário defronte com a luz do Sol.

31 março, 2008

Sol e sombra.










Lápis de cor sobre A6.

CCB. Ia com a intenção de desenhar arquitectura mas o lápis de cor quis ir noutro sentido.

27 março, 2008

Do quotidiano, 2.




Lápis de cor sobre A5.

26 março, 2008

Do quotidiano.


Caneta sobre A5

Gosto muito destes desenhos sobre a normalidade das pessoas.

25 março, 2008

Moinhos de Santana, Restelo.






Caneta sobre A5.

São um dos ex-libris da zona. Estão nos terrenos do Parque Recreativo dos Moinhos de Santana que tem um miradouro excepcional.

24 março, 2008

Estranho.




Caneta sobre A5.

Desenhar na missa. Embora ache um local especial para desenhar, parece estranho fazê-lo aos olhos dos outros. Assim, e das raras vezes que lá vou, abstenho-me o mais possível.

21 março, 2008

Primavera


Caneta sobre A5.

Finalmente.
Adeus chuva. E árvores despidas.

18 março, 2008

OVNI's 3.




O exterior do Museu da Electricidade (ou de Electricidade, não sei bem) fica em Belém. Tem uma série de engrenagens que eram utilizadas no fornecimento da mesma. São objectos que seduzem pela sua poderosa carga tecnológica. Agora desactivados e expostos ao ar livre, assumem também uma forte dimensão estética. Acho curiosos estes mecanismos que na sua origem foram concebidos formalmente para responder exclusivamente a uma função prática e que agora, vistos à distância, parecem peças de design retro.

17 março, 2008

OVNI's 2.



Mais uns ovnis ou, como lhe chama o meu amigo PMBC, objectos engraçados.

16 março, 2008

OVNI's



Ovni's em Lisboa?
(continua)

13 março, 2008

Mais das (e nas) bancadas, 2


Lapis de cor sobre A5.

Agora gosto de estar no banco. É o fim da série.



12 março, 2008

Mais das (e nas) bancadas.






Lapis de cor sobre A5.

Quando era adolescente nunca gostei de ficar no banco.

11 março, 2008

Arrependimentos, 3






Lapis de cor sobre A5.

A questão dos arependimentos está, como tudo no desenho, ligada ao material que risca. A grafite, pela sua maleabilidade, permite um tipo de gestualidade muito mais expressa, solta, que o aparo ou as canetas, que tendem a reprimir o gesto. No meu entender, a hesitação do traço, porque menos marcante com a grafite, pode ser assumida com menos riscos para o resultado final. O problema da grafite, nos diários gráficos, é que desvanece. Raramente a utilizo. Por isso substituí esta pelo lápis de cor preto nesta série feita num evento desportivo.
Teve muito mais interesse o que se passava nas bancadas do que no campo.

10 março, 2008

Arrependimentos, 2


Robert Weaver, Back in the Swi ng, 1962

Penso que toda a gente que passa por aqui conhece ou consulta o Drawn. Foi lá que descobri este ilustrador. Robert Weaver fez, nos anos 60, uma reportagem gráfica sobre o mundo do baseball (já alguém percebeu as regras deste jogo?). Estão on line alguns desenhos dessa reportagem. Fica aqui um belo exemplo de como a técnica do arrependimento pode tornar um desenho muito mais expressivo.

09 março, 2008

Arrependimentos


Leonardo da Vinci, Neptuno, c. 1504.

Os arrependimentos (pentimenti em italiano) constituem uma prática de composição e expressão gráfica desde o Renascimento. Leonardo foi o primeiro a assumir as correcções ou modificações introduzidas no traçado de uma composição, sem supressão do registo anterior, como uma forma declarada de expressão artística. Escreveu ele: «[...] Esboçai os retratos rapidamente, sem dar aos membros um acabamento excessivo: indicai a posição deles, que em seguida podereis desenvolver à vontade».
Para Leonardo a primeira e fundamental preocupação do artista era a capacidade de inventar e não a de executar, e para que o desenho possa tornar-se veículo e suporte da invenção era preciso que assumisse um carácter completamente diferente da precisão medieval, ou seja, que lembrasse «não o padrão do artífice, mas o esboço inspirado e livre do poeta. Só então o artista será livre para seguir a sua imaginação, aonde quer que ela o leve.», escreve ainda ele.
Claro que estas ideias estavam ligadas a uma pretensão artística, no sec. XVI, que via no desenho de aspecto inacabado (o schizzo e do bozzeto) uma forma de reconhecimento social . O início da autonomia do esquisso e do esboço em relação ao projecto a que diziam respeito, através da sua visibilidade para o publico em geral, tem a ver com a utilização destes como indícios da capacidade criativa e da facilidade gráfica de quem os praticava. A exaltação das qualidades expressivas deste tipo de desenho residia (e reside) precisamente no seu carácter único de espontaneidade e frescura. Não é assim de estranhar que os arrependimentos, as tais falhas gráficas num desenho, acabassem por funcionar como prova de um dom natural, ou seja, a capacidade superior de um génio criador.

06 março, 2008

Delírios gráficos numa sala escura.








Caneta sobre A5.

Parece o nome de um filme do antigo cinema Olimpia, mas são simplesmente desenhos num auditório pouco iluminado. A caneta, felizmente, andou quase sozinha.